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O anuário do Turismo Moneris no artigo da Human Resources

O anuário do Turismo Moneris sai hoje num artigo da Human Resources. Este faz vários destaques ao anuário. Nomeadamente a análise do setor entre o primeiro quadrimestre de 2019 e o de 2020 assim como a nota das ilustres participações que alguns dos principais players do mercado deram ao anuário.

Leia aqui ao artigo

Artigo HR

Turismo em Portugal registou valores históricos em 2019. Mas em Abril deste ano quebras foram quase de 100%

A Moneris apresentou o Anuário do Turismo 2019, que conta com os contributos de alguns dos principais agentes do sector. Inclui ainda uma análise extraordinária ao primeiro quadrimestre de 2020, justificada pela quebra abrupta em todas as dinâmicas associadas ao Turismo, devido às restrições impostas pela COVID-19.

O Anuário do Turismo da Moneris apresenta o desempenho do sector em 2019, com os indicadores nacionais e regionais mais relevantes, mas não só. Este é um documento de reflexão sobre o sector, que aborda os desafios e estratégias de relançamento do sector no contexto do COVID-19, assim como algumas áreas-chave no desenvolvimento desta actividade, como a Mobilidade Internacional e a Tecnologia e Digitalização.

De acordo com o Anuário, em 2019 registaram-se valores históricos para o Turismo em Portugal. Nesse ano, Portugal recebeu 27 milhões de hóspedes e registou 69,9 milhões de dormidas. O Turismo também se tornou uma actividade com mais valor, mais dispersa no território e com menor sazonalidade.

Segundo dados do Anuário do Turismo da Moneris, as taxas de crescimento homólogas em Janeiro e Fevereiro ao nível das dormidas foram de 8% e 15%, respectivamente. A pandemia quebrou este ciclo.

As medidas de confinamento e distanciamento social implementadas em meados de Março tiveram um impacto imediato na economia.

No caso do Turismo, em Abril de, registou-se uma quebra de 97% em número de hóspedes e dormidas (variação homóloga).

Numa primeira fase de emergência, o Governo lançou um conjunto de medidas em larga escala absolutamente essenciais, centradas na resposta sanitária e no apoio aos trabalhadores e empresas nacionais, incluindo as do turismo, procurando evitar a destruição dos empregos e da capacidade produtiva.

Já numa segunda fase de estabilização, o objectivo é retomar a actividade económica sem descontrolar a pandemia.

Considerando que se prevê para este ano uma contracção abrupta na taxa de variação real do PIB de 6,9 %, a par das sucessivas fases de desconfinamento, foi aprovado um Programa de Estabilização Económica e Social, em curso até ao fim de 2020.

Para além das perspectivas e artigos de opinião do Centro de Competências do Turismo da Moneris, o anuário agrega os contributos da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques; do managing director da DHM, Francisco Moser; do CEO do Ombria Resort, Júlio Delgado; do presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira; do chairman do ICOMIA, Martinho Fortunato, e do CEO da VOQUIN’, Diogo Assis.

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