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Pedro Neves, Partner da Moneris Guia em Entrevista.

Pedro Neves, Parnter da Moneris Guia dá uma entrevista ao Jornal Pombal onde aborda os vário desafios da Moneris Guia. Leia o aqui o artigo.

Entrevista

– Descrição da empresa (onde se inclui ano de início de actividade, número de funcionários, sector a que se dedica, volume de negócio em 2019 e toda a informação que ache pertinente).

A Moneris Guia tem como atividade a prestação de serviços de contabilidade e reporting, consultoria, apoio à gestão e recursos humanos, estando localizada na Guia.

Atualmente, pertence ao Grupo Moneris, que se apresenta como o maior grupo nacional de contabilidade e apoio à gestão, presente de norte a sul de Portugal, com uma rede de 20 escritórios sustentada por, aproximadamente, 300 consultores e com um volume de negócios de, aproximadamente, 13 milhões de euros.

A Moneris Guia foi fundada em 1982 com a denominação Contiguia, Lda., tendo sido integrada no Grupo Moneris em 2008. Conta atualmente com 17 colaboradores, distribuídos pelo serviço de contabilidade e reporting e processamento de recursos humanos, tendo como clientes todo o tipo de empresas distribuídas por grande parte do país, tendo construído, ao longo dos anos, relacionamentos fortes, estreitos e duradouros, com os nossos clientes, que nos valorizam com a sua confiança e fidelidade.

 – Em relação ao desenvolvimento económico na região Oeste, enquanto empresário, quais são as suas maiores preocupações?

Em relação a esta questão, torna-se preocupante a saída de talentos e de pessoal com alto nível de formação para outros territórios, sejam em Portugal ou no estrangeiro, o que nos pode vir a provocar alguns problemas a nível de recursos humanos no futuro, o que torna essencial a criação de novas e maiores empresas nesta zona.

– No seu ponto de vista, quais são as vantagens para a fixação de empresas da região? Pode dizer-se que a União das Freguesias da Guia, Ilha e Mata Mourisca tem uma localização privilegiada para a criação de riqueza no território?

Sem dúvida. A nossa localização junto à A17, a linha do Oeste, a EN109 e a proximidade à A1 são fatores por si só relevantes para a fixação de empresas na região.

Temos visto já nos últimos anos o aparecimento de empresas de pequena e média dimensão na nossa zona industrial, estando a mesma, neste momento, sem espaço para a implantação de mais e maiores empresas.

A região Oeste do concelho de Pombal, onde a Moneris Guia se situa é, sem dúvida, um dos principais pontos com grande potencial de crescimento no eixo Leiria – Figueira da Foz, tendo tido um crescimento considerável nos últimos anos.

 – De que forma é que se poderia impulsionar o sector?

Se continuarem a surgir mais empresas neste território, isso, por si só, permite-nos continuar com o crescimento que temos tido nos últimos anos na nossa atividade. Daí ser muito importante a criação de condições por parte da autarquia para a implantação dessas empresas.

Uma das grandes preocupações dos residentes da Guia prende-se com o grande fluxo de trânsito pesado no centro da vila, e por isso referem a importância de uma ligação da Zona Industrial da Guia à A17. Revê-se nessa preocupação?

Sim, revejo. Existe à alguns anos o projeto de se criar uma cintura rodoviária externa à Guia, de forma a que se ligue a entrada sul diretamente à rotunda da A17, bem como criar uma alternativa à EN109 que faça a ligação Leiria – Figueira da Foz por fora do centro da Vila.

Isto permitirá que os veículos pesados ligados às empresas da zona industrial bem como às várias empresas de exploração de inertes existentes, tenham alternativas à circulação, tornando o centro da Guia mais seguro e com menos confusão de tráfego, permitindo a continuação do seu desenvolvimento com condições mais urbanas.

– Existe a necessidade de ampliar a Zona Industrial da Guia. Na sua opinião, que estratégia deveria ser delineada para o crescimento dessa infra-estrutura?

Essa é uma necessidade à vista de todos. O facto de não existirem atualmente lotes para venda na ZIG, pode fazer com que se perca a oportunidade da implantação de novas empresas na UFGIM e, consequentemente, a fixação de pessoas e riqueza no nosso território.

Quanto à estratégia a adotar, penso que se deve seguir o que está a alguns anos pensado, ou seja, a ampliação da zona industrial a Norte e a Poente daquilo que já existe.

Não querendo entrar em políticas, acho que a ampliação agora sugerida a Nascente da linha do Oeste não faz sentido, dado que irá chocar com a parte habitacional aí existente.

– Enquanto empresário, sente que as entidades Junta e Autarquia estão atentas aos problemas da região Oeste? 

Na minha opinião, penso que os vários executivos da junta têm tentado fazer tudo para promover o crescimento da nossa união de freguesias, embora me pareça que o município seja demasiado lento a executar as várias propostas que vão sendo apresentadas, perdendo-se na excessiva burocracia e, com isso, fazendo com que a UFGIM perca oportunidades únicas de crescimento.

A primeira fase da ZIG, até sair do papel, demorou mais de 10 anos. À que definir prioridades e fazer o que realmente permite a implantação de empresas e de negócio na nossa freguesia.

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