Está preparado para o Regulamento Geral de Proteção de Dados?

2018-02-14


Saiba porque deve ter o RGPD na sua agenda!

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), com aplicação a partir do próximo dia 25 de maio de 2018, representa uma mudança essencial na forma como é encarado o tratamento e acesso aos dados pessoais, numa nova abordagem de autorresponsabilidade das organizações, com a introdução de novas regras e elevadas coimas em caso de incumprimento.

A nova regulamentação, transversal a todos os países da UE, reveste-se de alguma complexidade, representando um desafio para todas as empresas e organizações, públicas e privadas, que terão de implementar ferramentas de controlo e procedimentos específicos para a gestão e proteção dos dados dos seus clientes.

A Moneris reuniu um conjunto de especialistas e parceiros, com experiência e know-how na área de Privacidade e Proteção de Dados, para tornar este complexo processo mais simples, apoiando a sua organização em toda a linha processual, com um pacote chave na mão.

Conheça a nossa proposta diferenciada e adaptada às especificidades da sua organização. Fale connosco através do seu Gestor Moneris local, ou através dos nossos contactos: info@moneris.pt | 210 316 400.

 

PROPOSTA INTEGRADA MONERIS

CONSULTORIA
O nosso processo irá acompanhá-lo em toda a linha, para que a sua organização esteja em conformidade.

  • Diagnóstico & Gap Analysis
  • Plano de Remediação
  • Projeto de Implementação
  • Ongoing

SEGUROS
A Moneris Seguros definiu uma proposta de valor num seguro cyber, para que a sua organização possa estar preparada para fazer face às contingências de um mundo digital.

FORMAÇÃO
Desenhamos uma proposta formativa para dotar os seus quadros das valências, conhecimentos e competências para que possam, de forma ágil, dar resposta aos riscos emergentes e às exigências impostas pelo novo regulamento.

O que precisa saber sobre o RGPD

  1. O consentimento do titular tem de ser livre e manifestado de forma específica, explícita e informada, sendo ilícito o consentimento tácito.
  2. É imprescindível a utilização de um programa para armazenar todos os dados recolhidos, para que seja possível perceber a finalidade da recolha e do tratamento de forma a aferir se são cumpridos os princípios estabelecidos no RGPD.
  3. O titular dos dados tem o direito a receber os dados pessoais que lhe digam respeito e que tenha fornecido, tendo ainda o direito de transmitir esses dados a terceiros interessados. O titular tem ainda o direito a que os seus dados pessoais sejam definitivamente apagados, sem demora injustificada.
  4. A notificação à Comissão Nacional de Proteção de Dados até 72 horas após ter tido conhecimento da violação de dados pessoais implicará uma gestão e automatização de procedimentos a adotar.
  5. A recolha de dados pessoais deve ter em conta as características do tratamento a ser efetuado e os seus efeitos. A realização de diagnóstico inicial e auditorias periódicas de proteção de dados serão uma realidade incontornável.
  6. É necessário nomear um encarregado de proteção de dados sempre que o tratamento for efetuado por uma entidade pública e as atividades principais do responsável pelo tratamento ou subcontratante consistam em operações de tratamento de dados ou de tratamento em grande escala de categorias especiais de dados.
  7. Os subcontratantes passam a ter obrigações e responsabilidades diretas, passando a ser diretamente responsabilizados.

Download brochura RGPD