Construção e Imobiliária


A indústria da construção e indústria imobiliária enfrentam presentemente um contexto de extrema dificuldade.

As constantes derivas na definição estratégica de um programa de investimentos estruturante por parte do Estado - como são exemplos a ampliação e renovação de um conjunto alargado de barragens, a localização do novo aeroporto de Lisboa ou o trajeto da linha do comboio de alta velocidade - e a crise ao nível do crédito imobiliário de alto risco, acentuaram um clima de estagnação que é hoje indisfarçável.

Com efeito, o setor caracteriza-se neste momento por quebras significativas no investimento público em construção, com reduções significativas no valor global de concursos abertos e adjudicados, e por uma retração assinalável do mercado de habitação, motivado por um excesso de stock de habitações novas e por um aumento do número de habitações usadas disponíveis no mercado.

Neste clima, a indústria é alvo de um redobrado escrutínio por parte de investidores, credores, entidades fiscais e demais stakeholders. Os agentes do setor são pois confrontados com necessidades de um conhecimento profundo e especializado dos aspetos contabilísticos, financeiros e fiscais aplicáveis à indústria.

Na Moneris, os nossos profissionais têm um profundo conhecimento das matérias contabilísticas e fiscais aplicáveis ao setor, designadamente:

 

Tratamento contabilístico de acordo com normativos nacionais e internacionais

A título de exemplo:

  • Reconhecimento de réditos (método da percentagem de acabamento; método do lucro nulo);
  • Custos com contratos de construção;
  • Reconhecimento de perdas esperadas com contratos de construção;
  • Propriedades de investimento;
  • Encargos financeiros;
  • Provisões;
  • Modelos de relato financeiro (reporting); e
  • Elaboração de demonstrações financeiras

 

Tratamento fiscal de alterações com impacto no setor da construção e imobiliário

A título de exemplo:

  • Aspetos fiscais/ requisitos mínimos para reavaliar alvará;
  • Reforma da tributação do património, seja sobre a detenção (i.e. IMI) ou sobre a transmissão (i.e. IMT);
  • Tributação da atividade das empresas em sede de IRC (questão da periodização do lucro tributável, dos custos dedutíveis e das depreciações e amortizações).